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2¬į Dia do Curso Movimentos de Liberta√ß√£o na √Āfrica

No segundo dia do curso, Deivison Nkosi nos traz a profundidade do pensamento de Frantz Fanon em sua busca na transforma√ß√£o do humano, suas implica√ß√Ķes na luta do movimentos anti-coloniais e como seu pensamento vai influenciar os mais diversos pensadores(as) nas mais diversas √°reas do conhecimento humano.

Confira algumas fotos!!

BY FELIPE CHOCO –

 

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História e Cultura Afrobrasileira

O II Curso Negro KILOMBAGEM, objetiva capacitar professores, educadores, estudantes, pesquisadores, gestores, ativistas, e interessados em geral, para abordagem dos conte√ļdos propostos pela lei 10.639/03 (atual 11.645/08), que institui a obrigatoriedade da tem√°tica de Hist√≥ria e Cultura Afro-Brasileira na rede de ensino.

Ementa

As diretrizes curriculares para a implementa√ß√£o da Lei 10.639/03, hist√≥ria geral da √Āfrica e do negro no Brasil; a contribui√ß√£o dos africanos para o desenvolvimento humano universal; Racismo, colonialismo e neo-colonialismo; As lutas negras no continente africano e di√°spora; cultura negra e resist√™ncia social.

Objetivos específicos

 Apresentar estratégias de implementação para a lei 10.639/03 (atual 11.645/08);
 Ampliar conhecimento sobre os conceitos de Raça, Racismo, Preconceito e Cultura Afro-brasileira;
¬†Discutir as contribui√ß√Ķes africanas para o desenvolvimento humano universal;
 Apresentar e discutir os elementos pedagógicos da cultura negra como expressão de resistência social.

Arte: Qual é o seu espaço na vida?

Qual a necessidade da arte na vida das pessoas? Quais os critérios de consideração de uma grande arte? Qual a função da arte dentro do modo de produção capitalista?

Para buscar responder a estas e outras quest√Ķes, surge o grupo de Artes do Grupo KILOMBAGEM. Composto por trabalhadores de distintos seguimentos, inseridos em manifesta√ß√Ķes art√≠sticas, a proposta √© de que os estudos referentes √† arte em geral, auxilie os participantes a terem como norte a produ√ß√£o de grandes obras, dentro dos campos art√≠sticos em que est√£o inseridos: o rap (e a m√ļsica em geral), graffiti, teatro, artes pl√°sticas, visuais e poesia. Analisamos que a produ√ß√£o art√≠stica atual ‚Äď na maioria das manifesta√ß√Ķes ‚Äď est√° muito vazia e empobrecedora, descumprindo o car√°ter hist√≥rico educativo, que seria pr√≥prio da arte, ajudando os indiv√≠duos a se auto-conhecerem e conhecerem melhor o mundo em que vivemos.

PRINCIPAIS A√á√ēES:

  1. Estudos referentes à arte em geral.
  2. Estudos referentes √†s formas e conte√ļdos espec√≠ficos das manifesta√ß√Ķes art√≠sticas em que estamos inseridos.
  3. Divulgação teórica.
  4. Produção de obras e de atividades artísticas.

Inseridos em mobiliza√ß√Ķes sociais, o grupo de pesquisa visa influenciar no campo art√≠stico, entendendo-o como uma das formas de apreens√£o da realidade, e que dessa maneira podemos interferir criticamente na vida dentro das possibilidades atuais, com a perspectiva de uma cultura humana emancipada das amarras do capital.

Objetivo:

Inicialmente a proposta era que fosse um grupo apenas de “artistas”, e que os estudos nos ajudassem a entender e fazer melhor o que j√° produzimos nos nossos campos espec√≠ficos, ao entender melhor o campo da arte em geral. As artes produzidas pelos participantes seriam¬†em si a divulga√ß√£o dos grupos de estudo. Por√©m, com a proposta atual, o grupo est√° aberto para quem quiser entender qual √© o espa√ßo da arte na vida, por meio das suas t√©cnicas e conte√ļdos, sejam esses produtores de arte, simpatizantes ou artistas “em potencial”. E como divulga√ß√£o, passa-se a ter a necessidade de produ√ß√£o de textos sobre os assuntos abordados. Metodologia: Leitura moment√Ęnea, em que cada participante l√™ um par√°grafo e o grupo extrai as ideias principais de cada par√°grafo, no ato da leitura, contextualizando com o nosso per√≠odo hist√≥rico.