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Imagens do Curso Fanon: Vida e Obra

Curso Fanon: Vida e Obra  (Grupo Kilombagem e Casa de Cultura Tainã)

 

Curso Fanon: vida e Obra KILOMBAGEM E TAINÃ

 

 

Agradecemos enormemente pela expressiva participa√ß√£o no curso e pela qualidade do debate ali estabelecido. Esperamos nos ver em breve em outras iniciativas como essa. N√ÉO DEIXE DE RESPONDER AO QUESTION√ĀRIO DE AVALIA√á√ÉO!

Seguem abaixo algumas imagens do Curso (se você tem outras fotos e deseja publica-la aqui, envie-nas para kilombagem@kilombagem.org e adicionaremos a esse post assim que possível).

 

As fotos são do fotógrafo Felipe Choco:

 

 

UBUNTU

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Imagens do Curso Fanon: Vida e Obra

Curso Fanon: Vida e Obra¬†¬†(Grupo Kilombagem e Casa de Cultura Tain√£) Curso Fanon: vida e Obra KILOMBAGEM E TAIN√É Agradecemos enormemente pela participa√ß√£o expressiva participa√ß√£o no curso e pela qualidade do debate ali estabelecido. Esperamos nos ver em breve em outras iniciativas como essa. N√ÉO DEIXE DE RESPONDER AO QUESTION√ĀRIO DE AVALIA√á√ÉO! Seguem abaixo algumas imagens do Curso (se voc√™ tem outras fotos e deseja publica-la aqui, envie-nas para kilombagem@kilombagem.org e adicionaremos a esse post assim que poss√≠vel). ¬† _DSC9402 _DSC9399 _DSC9392 _DSC9390 _DSC9385 _DSC9380 _DSC9378 _DSC9371_DSC9399_DSC9392_DSC9390_DSC9385_DSC9380_DSC9378_DSC9371_DSC9370_DSC9369_DSC9359_DSC9354_DSC9353_DSC9351_DSC9343_DSC9341_DSC9337_DSC9335_DSC9328_DSC9321_DSC9316_DSC9314_DSC9305_DSC9302_DSC9295_DSC9290_DSC9289_DSC9278_DSC9277_DSC9263_DSC9259_DSC9253_DSC9245

Imagens: Felipe Choco
Imagens: Felipe Choco

UBUNTU

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Nonag√©simo anivers√°rio de Fanon – O ANTICOLONIALISMO REVOLUCION√ĀRIO

KILOMBAGEM – NONAG√ČSIMO ANIVERS√ĀRIO DE FANON

O¬†Post de hoje, apresenta tr√™s trabalhos¬†que identificam em Fanon os subs√≠dios para pensar a luta anti-colonial em uma perspectiva revolucion√°ria. O primeiro e o segundo resgatam o contexto hist√≥rico e pol√≠tico que Fanon estava inserido, para pensar em que medida a sua proposta anti-colonial passava pela reorganiza√ß√£o pr√°tica da sociedade via luta pol√≠tica. O terceiro¬†problem√°tiza a import√Ęncia desse debate nos dias atuais, em que a “Revolu√ß√£o” deixou de estar na “ordem do dia”.¬†

Fanon o livro da revolução

O primeiro artigo é Colonialismo, Independência e Revolução em Frantz Fanon, de Danilo Fonseca.

Resumo: Os processos de independências do continente africano e asiático produziram também uma série de intelectuais para problematizar a temporalidade em que viviam. Entre estes intelectuais está Frantz Fanon que refletiu acerca da natureza do sistema colonial do século XX e os diferentes modos para superá-lo. Nesse sentido, o presente artigo busca elaborar conceitos chaves de Fanon, principalmente colonialismo, independência e revolução, obtendo assim, um maior entendimento de um dos mais importantes intelectuais africanos.

Acesse o artigo aqui

 

Protesters pose with a police shield outside the parliament in Ouagadougou on October 30, 2014. Photograph: Issouf Sanogo/AFP/Getty Images
Protesters pose with a police shield outside the parliament in Ouagadougou on October 30, 2014. Photograph: Issouf Sanogo/AFP/Getty Images

O segundo artigo √©¬†O pensamento anticolonial de Frantz Fanon e a Guerra de Independ√™ncia da Arg√©lia, de Walter G√ľnther Rodrigues Lippold.

Resumo: Este artigo trata sobre o pensamento anticolonial na √Āfrica e das conjunturas das quais estas teorias surgem, ou seja, refere-se ao processo de descoloniza√ß√£o africana, mais precisamente ao argelino. Ao contr√°rio das teses euroc√™ntricas que afirmam n√£o haver reflex√£o interna sobre os problemas africanos, existiram v√°rios pensadores que se dedicaram √† an√°lise do seu continente, entre eles Frantz Fanon e Albert Memmi.

Acesse o artigo 

Nem um passo atr√°s
Nem um passo atr√°s

 

 

O terceiro artigo é  Revolucionários em tempos contrarrevolucionários: desenvolvendo a consciência nacional fanoniana no século XXI, de jane Anna Gordon.

Resumo:Fanon n√£o apenas narra a efetividade de uma luta anticolonial no seu texto, mas tamb√©m esbo√ßa os v√°rios desafios, frequentemente dial√©ticos, para se reestruturar uma sociedade de baixo para cima. A caracter√≠stica mais marcante e evidente neste √ļltimo aspecto √© o desenvolvimento do que Fanon sugestivamente denominou de consci√™ncia nacional, cujo significado e cont√≠nua utilidade constituem o foco deste artigo. Apesar de muitas pessoas terem aceitado como realidade as posi√ß√Ķes ideol√≥gicas que serviram de esteio ao neoliberalismo, 2011 come√ßou com um turbilh√£o de insurrei√ß√Ķes, movendo- se contagiosamente pelas regi√Ķes do Norte da √Āfrica onde o Fanon que estudamos pensou, viveu e escreveu. Tunisianos e eg√≠pcios chamaram seus esfor√ßos de revolucion√°rios. O mais extraordin√°rio √© a aparente impossibilidade de combater as normas contrarrevolucion√°rias sem qualquer no√ß√£o de vontade geral ou de consci√™ncia nacional, de exig√™ncias vinculadas √† preserva√ß√£o de uma identidade pol√≠tica discreta menor que o globo, mas que medeia entre formas mais particulares e menores de identidade e sensa√ß√£o de pertencimento a uma comunidade.

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