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Roda de conversa. √Č preciso falar de Racismo: o encarceramento em massa da popula√ß√£o negra.

A conversa tem a finalidade de apresentar os debates e problematizar a rela√ß√£o do conservadorismo, eugenia, pol√≠tica criminal, punitivismo e encarceramento em massa, que s√£o faces da forma pela qual o Estado perpetua o racismo estrutural atrav√©s de pol√≠ticas p√ļblicas que afetam determinada parcela da popula√ß√£o: a popula√ß√£o negra. Processo hist√≥rico que se vincula √†s especificidades da capitalismo brasileiro , bem como a forma como a quest√£o racial √© tratada. Sendo assim o objetivo √© fornecer elementos te√≥ricos e pr√°ticos para compreens√£o do quadro atual da economia e pol√≠tica nacional.

Programação

05/04/2019 – 1¬į encontro – hor√°rio 19:00 √†s 22:00

Conservadorismo, eugenia e política criminal.

Debatedores:

Renato Kilombola

Membro do Coletivo  Kilombagem | Graduado em Ci√™ncias Sociais pela Funda√ß√£o Santo Andr√© | Mestre em Antropologia pela PUC/SP.

Weber Lopes Góes

Graduado em História pela Fundação Santo André | Mestre em Sociologia pela UNESP | Doutorando Ciências humanas e sociais pela Universidade Federal do ABC.

Haver√° o lan√ßamento do  livro ‚ÄúRACISMO E EUGENIA NO PENSAMENTO CONSERVADOR BRASILEIRO: A PROPOSTA DE POVO EM RENATO KEHL‚ÄĚ


06/042019 – 2¬į encontro – hor√°rio 16:00 √†s 20:00

Punitivismo como ferramenta de extermínio e controle da população negra.

Debatedores:

Gabrielle Nascimento

Graduanda em Direito pela PUCSP. Atua no Grupo de Trabalho Nacional para a Quest√£o das Mulheres Presas da Pastoral Carcer√°ria Nacional.
Militante da Frente Estadual pelo Desencarceramento em SP e do Coletivo Minervino de Oliveira.

F√°bio Pereira

Graduando em Serviço Social pela Unifesp-BS. Membro do Grupo de estudos sobre sociedade punitiva, justiça criminal e direitos humanos РGepex- dh.
Membro do grupo Kilombagem.
Apoiador da Associação de Familiares e Amigos de presos/as(AMPARAR) e da Frente Estadual pelo Desencarceramento em Sp

Indicação de leitura:

LOCAL

Realização/organização

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Curso de férias:Política, Democracia e Racismo.

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Quando; De 18 a 26 de Janeiro

Dias 2 ª,3 ª, 4ª e 5ª feiras, das 18h às 21h.

Dia 25 feriado na cidade de S√£o  Paulo  n√£o  haver√°  curso.

Onde; Aparelha Luzia

Endere√ßo: Rua Apa, 78 ‚Äď Pr√≥ximo ao metr√ī marechal deodoro (linha vermelha).

Confirme participação pelo e-mail contatos@kilombagem.org (nome, escolaridade, bairro e cor/raça)

 

 

Haver√° certificados.

INSCRI√á√ēES ENCERRADAS!

EMENTA:
Este curso tem como proposta refletir a conjuntura social a partir de uma perspectiva ideol√≥gica capaz de abranger as particularidades de forma√ß√£o e desenvolvimento do racismo, do machismo e do capitalismo dentro e fora da di√°spora africana. Pretende-se fomentar por meio de debates que possibilitem reflex√Ķes e provoca√ß√Ķes em torno da luta classes em tempos de uma p√≥s modernidade que decretou o fim da hist√≥ria. Diante da necessidade de pensar e de compreender nossas rela√ß√Ķes, elencamos alguns questionamentos: Qual o papel da Democracia na cria√ß√£o e expans√£o dos estados modernos. ?  O que √© a pol√≠tica? O que n√≥s negros pobres da temos a ver com a crise econ√īmica e pol√≠tica? Qual a rela√ß√£o entre capitalismo e racismo? A luta antirracista √© uma pauta da esquerda? Entre direita e esquerda porque n√£o devemos ser direita?Como travar a luta contra o racismo sem cair nas armadilhas liberais? Qual a import√Ęncia da divis√£o sexual do trabalho em sociedades racistas de forma√ß√£o escravocrata?

 

Programação:

18/01 e 19\01 – “Ra√ßa, Classe e G√™nero: o que  √āngela Davis quis dizer com isso, afinal?” com Jaque Concei√ß√£o

 18/01 – Encontro 1 ‚Äď Vamos falar de liberdade

Nesse encontro, vamos debater como √āngela Davis operacionaliza o conceito de liberdade, a partir das contribui√ß√Ķes da Teoria Critica da Sociedade. Vamos centrar nossas analises, nos textos publicados em 1970, que s√£o a transcri√ß√£o de sua aula inaugural na UCLA no outono de 1969.

Referência bibliográfica

DAVIS, Angela. Lecturen on libertation. Parts 1 and 2. New Radom: New York, 1970.

HERBERT, Marcuse. A ideologia da sociedade industrial. Unesp: S√£o Paulo, 1987.

19\01  – Encontro 2 ‚Äď Vamos falar de racismo e feminismo

Nesse encontro, vamos debater os aspectos metodológicos de Mulher, raça e classe. Embora, existam outros materiais tão relevantes quanto a obra citada, a sua recente tradução e lançamento no Brasil, coloca o livro, em evidência, contribuindo para a popularização do pensamento da autora.

Referência bibliográfica

ADORNO, Theodor. Dialética do esclarecimento. Zahar: Rio de Janeiro, 2001.

DAVIS, √āngela. Mulher, ra√ßa e classe. Boitempo: S√£o Paulo, 2016.

 

23 e 24\01 – Capital, Trabalho, Racismo e Imigra√ß√£o  com Marcio Farias

O objetivo destes encontros √© assinalar algumas premissas basilares da rela√ß√£o entre imigra√ß√£o contempor√Ęnea e economia pol√≠tica, averiguando tend√™ncias estruturais do fen√īmeno social da migra√ß√£o sob a √©gide do capital, bem como aspectos conjunturais. Nesse sentido, busca-se uma contrapartida anal√≠tica em rela√ß√£o ao establishment acad√™mico sobre o tema em quest√£o, apontando a necessidade de correlacionar imigra√ß√£o, racismo, xenofobia, sexismo/g√™nero com as rela√ß√Ķes sociais de produ√ß√£o.

23\01 – Encontro 1

Neste encontro discutiremos os elementos estruturais do processo migrat√≥rio sob a √©gide do capital, bem como sua face contempor√Ęnea em rela√ß√£o ao centro do capital e a periferia. Para tanto, pretende se debater os conceitos de Estado, na√ß√£o e Povo; Mobilidade do Trabalho e Rela√ß√Ķes Sociais de Produ√ß√£o; Racismo como Ideologia; Ra√ßa como antinomia da modernidade.

Bibliografia B√°sica

GAUDEMAR, J. P.. Mobilidade do trabalho e acumulação do capital. Lisboa: Estampa 1977 ( Prefácio, Introdução, Cap 1.Problemas e riscos de uma situação teórica da mobilidade do trabalho;);

BARAN, PÕĺ S, Paul. Capitalismo monopolista. Rio de Janeiro: Zahar, 1966. (Cap. 9 Capitalismo Monopolista e Rela√ß√Ķes Raciais);

RODNEY, W. Como a Europa Subdesenvolveu a √Āfrica. Lisboa, Seara Nova, 1975. (Cap. 5 Item 5.1 Exporta√ß√£o de Mais Valia Africana no colonialismo). (Online)

FARIAS, M. Imigra√ß√£o na sociedade contempor√Ęnea: reestrutura√ß√£o produtiva do capital e das rela√ß√Ķes sociais de produ√ß√£o. Revista Observat√≥rio Ita√ļ Cultural. N 21(nov.2016/maio 2017)- S√£o Paulo: Ita√ļ Cultural, 2017. (Online).

Bibliografia Complementar

BRAZ, M & NETO, J.P. Economia política: uma introdução . São Paulo: Cortez,2012.

CHESNAIS, F. A mundialização do capital . São Paulo: Xamã, 1996

HARVEY, D. Condição pós-moderna: uma pesquisa sobre as origens da mudança cultural . São Paulo: Loyola, 1996

 

24\01 – Encontro 2

Nesta aula pretende se discutir a inser√ß√£o do Brasil na globaliza√ß√£o e as m√ļltiplas veredas do processo migrat√≥rio para o pa√≠s. Assim sendo, o debate sobre emigra√ß√£o e imigra√ß√£o, rela√ß√Ķes sociais de produ√ß√£o e as condi√ß√Ķes de trabalho, rela√ß√Ķes raciais e de g√™nero.

Bibliografia B√°sica

BADI, M.K. Las migraciones africanas en la era de la globali√≥n:luces e sombras. In MALOMALO, B; FONSECA, D.J.; BADI, M.K.(Org). Di√°spora Africana e migra√ß√£o na era da globaliza√ß√£o: experi√™ncia de ref√ļgio, estudo, trabalho. Curitiba: CRV, 2015.

SOUZA, L.F. Estudantes african@s Migrantes: viv√™ncias e perspectivas na passagem do meio para qualifica√ß√£o. In MALOMALO, B; FONSECA, D.J.; BADI, M.K.(Org). Di√°spora Africana e migra√ß√£o na era da globaliza√ß√£o: experi√™ncia de ref√ļgio, estudo, trabalho. Curitiba: CRV, 2015

VILLEN, P. A nova configuração da imigração no Brasil sob a ótica do trabalho. In. ANTUNES, R. (ORG). Riqueza e miséria do trabalho no Brasil III. São Paulo: Boitempo, 2014.

Bibliografia Complementar

ALVES, G. A. P. Trabalho e subjetividade ¬≠ O “esp√≠rito do toyotismo” na era do capitalismo manipulat√≥rio. S√£o Paulo: Editora Boitempo, 2011.

BASSO,P.Imigração na Europa.In.ANTUNES, R. (Org) A riqueza e a miséria do trabalho II. São Paulo: Boitempo,2014).

BAENINGER, R. & SIMAI, S. Racismo e sua nega√ß√£o: O caso dos imigrantes bolivianos em S√£o Paulo. Travessia: Revista do migrante, 2011; N¬ļ 68,JAN/JUN.

 

26\01 – Encerramento com Buia Kalunga e convidadas\os em  ‚ÄúBeneditas ‚Äú  interven√ß√Ķes art√≠sticas com musica  e poesia.

Se venha, o mic estar√° aberto √† rebeldia, √† beleza e √†  n√≥s!

 

Palestrantes:

Jaque Concei√ß√£o – Graduada em Pedagogia (2009) pelo Centro Universit√°rio S√£o Camilo, √© Mestre em Educa√ß√£o: Hist√≥ria, Pol√≠tica, Sociedade (2014) pela Pontif√≠cia Universidade Cat√≥lica de S√£o Paulo. Articuladora do Coletivo Di Jej√™, pesquisa a luz da Teoria Critica da Sociedade, especialmente as contribui√ß√Ķes de Herbert Marcuse, Theodor W. Adorno e Angela Y. Davis. Tem experi√™ncia na √°rea de Educa√ß√£o, com √™nfase em Educa√ß√£o em Periferias Urbanas; e, experi√™ncia com pol√≠ticas publicas, gest√£o de projetos sociais, debates e pesquisas sobre racismo e forma√ß√£o na perspectiva da Teoria Critica da Sociedade e tamb√©m na forma√ß√£o continuada de professores e educadores sociais. Atua no campo dos Direitos Humanos desde 1995, com √™nfase nas √°reas: rela√ß√Ķes de g√™nero e ra√ßa, juventude e criminologia juvenil (medidas socioeducativas). Possuiu publica√ß√Ķes sobre g√™nero, funk, juventude, racismo, sistema prisional e pol√≠ticas sociais (artigos autorais e tradu√ß√Ķes) em revistas cient√≠ficas e revistas de circula√ß√£o n√£o acad√™mica. Recentemente atua com pesquisa, forma√ß√£o e dissemina√ß√£o de conhecimento sobre a forma√ß√£o do indiv√≠duo negro (na perspectiva da Teoria Critica da Sociedade) no Brasil, e as rela√ß√Ķes entre feminismo/feminino na cultura tradicional de matriz africana presente no candombl√©. Ainda dedica-se a elabora√ß√£o do projeto de pesquisa de doutorado sobre a intelectual, professora e filosofa norte americana Angela Yvonne Davis. Militante dos coletivos culturais da Cidade de S√£o Paulo, membro do F√≥rum dos Direitos da Crian√ßa e do Adolescente da Freguesia do √ď e Brasil√Ęndia desde 1998, tamb√©m atua no movimento negro, situando-se no campo da luta pela defesa dos direitos e garantias das mulheres negras, e pelo fim do genoc√≠dio da juventude preta.

Marcio Farias – Possui gradua√ß√£o em Psicologia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (2011). Atualmente √© mestrando em Psicologia Social na PUC(SP) e educador do Museu Afro Brasil. Pesquisador do NEGRI PUC SP (N√ļcleo de Estudos de G√™nero, Ra√ßa e Idade) , co- coordenador do N√ļcleo de Estudos e Pesquisas Afro Americanos de S√£o Paulo (NEAFRO/SP) e Bolsista CNPq. Tem experi√™ncia em pesquisa e estudos sobre pensamento social brasileiro e rela√ß√Ķes raciais no Brasil; Negritude e Marxismo no Brasil; Juventude, Cultura e Resist√™ncia; Psicologia, Educa√ß√£o, Arte e Cultura lei a mais: http://nepafro.webnode.com/products/marciofarias/

Coordena√ß√£o: Bergman de Paula Pereira –  Historiadora, formada pela Pontif√≠cia Universidade Cat√≥lica de S√£o Paulo(2009); mestranda em Ci√™ncias Humanas e Sociais na  Universidade Federal do ABC; Membra do coletivo preto de esquerda Kilombagem; Coordenadora do curso  de Forma√ß√£o e Capacita√ß√£o de Educadores Sociais para a Implementa√ß√£o da Lei 10.639/03; Idealizadora e produtora do document√°rio Mem√≥rias de Vila Joaniza. Produtora cultural baile das ‚ÄúBeneditas”.

 

 

Realização:

 

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Aparelha Luzia e Kilombagem.

 

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Um dever cumprindo, mas a luta continua …

Salve!! Suavidade pessoas!!

Enceramos no dia 23 o Curso Movimentos de Liberta√ß√Ķes na √Āfrica, com o ensaio do Bloco Pega o Len√ßo e Vai (quem num foi perdeu ūüôā ) fechando a semana de muito aprendizado e reflex√Ķes trazidas pelos palestrantes, Marcio Farias, Devison Nkosi Faustino, Weber Lopes, Salloma Salom√£o e Milton Barbosa, com as contribui√ß√Ķes dos participantes que fez um esfor√ßo pra estar a semana toda, numa din√Ęmica que foi cansativa e muito puxada. Gratid√£o a todas e todos que colaram ¬†:lol ¬†.

Agradecer ao CCDL pela possibilidade de somar com a constru√ß√£o desse espa√ßo, pela troca e pela certeza da constru√ß√£o para a vida de um mundo mais do nosso jeito, s√≥ agradece mesmo!!! ūüôā

No mais enquanto o próximo encontro não vem, ficamos com o registro fotográfico do Felipe Choco,  que para além da caminhada na luta, chegou chegando no registro fotográfico, agigantando nossa memoria coletiva através do digital.

Pedimos a todas e todos que fa√ßam a avalia√ß√£o do curso, de forma que novas ideias sejam agregadas nesse processo que √© coletivo e a constru√ß√£o tamb√©m ūüėõ

Clique aqui para avaliar

 

 

N√£o esque√ßa de fazer a avalia√ß√£o do Curso!!! ūüôā

Clique aqui para avaliar

 

 

 

 

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5 Dia do Curso Movimento de Liberta√ß√£o na √Āfrica

No ultimo dia do Curso Movimentos de Liberta√ß√£o na √Āfrica, Milton Barbosa (Milt√£o), nos trouxe a historia do movimento negro na perspectiva de quem viveu, vive a constru√ß√£o cotidiana do movimento negro no Brasil, fecha o curso nos narrando como todas essas teorias se refletem e contribuem para esse processo todo.

Confira as fotos!!

by Felipe Choco –

 

 

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4 Dia do Curso Movimentos de Liberta√ß√£o na √Āfrica

E no nosso 4¬į e pen√ļltimo dia do Curso Movimentos de Liberta√ß√£o na √Āfrica, Sallom√£o Jovino da Silva nos tr√°s a ideia do “afro pessimismo” na medida que se a √Āfrica e suas cogni√ß√Ķes s√£o invi√°veis, todo ser humano preto no mundo tamb√©m o √©.

Confira as fotos!!

by Felipe Choco –

 

 

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3¬į Dia do Curso; Movimentos de Liberta√ß√£o na √Āfrica

Em nosso terceiro dia de curso, Weber Lopes nos tr√°s numa perspectiva hist√≥rica, as contribui√ß√Ķes e os apontamentos de Almicar Cabral e Samora Marchel na constru√ß√£o do que deve ser um partido e a import√Ęncia da leitura da realidade concreta nos processos revolucion√°rios.

 

Confira algumas fotos!!

 

 

 

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2¬į Dia do Curso Movimentos de Liberta√ß√£o na √Āfrica

No segundo dia do curso, Deivison Nkosi nos traz a profundidade do pensamento de Frantz Fanon em sua busca na transforma√ß√£o do humano, suas implica√ß√Ķes na luta do movimentos anti-coloniais e como seu pensamento vai influenciar os mais diversos pensadores(as) nas mais diversas √°reas do conhecimento humano.

Confira algumas fotos!!

BY FELIPE CHOCO –

 

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1¬į Dia do Curso Movimentos de Liberta√ß√£o na √Āfrica

O inicio

Começamos o curso no CCDL, o primeiro dia contou com a explanação do Marcio Farias (Marcinho), que trouxe a perspectiva de como a Europa subdesenvolveu o continente Africano na visão de Walter Rodney.

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CURSO NEGRO: MOVIMENTOS DE LIBERTA√á√ÉO NA √ĀFRICA

De segunda-feira a sexta-feira  (18 a 22 de janeiro de 2016) Hor√°rio: 19h30 √†s 22h00.

Coordena√ß√£o e organiza√ß√£o: Danilo Ramos ‚Äď Curador do Espa√ßo Cultural Dona Leonor (CCDL) e Deivison Nkosi (Grupo Kilombagem).

Nossos passos vem de Longe!

O curso tem a finalidade de apresentar os debates te√≥ricos e pol√≠ticos presentes nas lutas de liberta√ß√£o dos pa√≠ses africanos a partir da segunda metade do s√©culo XX e, sobretudo, refletir sobre  a validade desse debate para o entendimento do racismo contempor√Ęneo.  No curso ser√£o apresentadas as biografias de algumas das principais lideran√ßas e correntes que disputaram o interior do movimento pan-africanista, tais como o marxismo, o nacionalismo ‚Äúafricano‚ÄĚ, a negritude cultural e cient√≠fica, entre outros.

Ser√£o problematizados ainda os dilemas e escolhas tomadas diante da chamada Guerra Fria, em especial as barganhas e interven√ß√Ķes dos pa√≠ses imperialistas como a Inglaterra e os Estados Unidos da Am√©rica na contrarrevolu√ß√£o e para o desmantelamento dos movimentos de liberta√ß√£o africanos, bem como as t√°ticas efetivadas para manter o dom√≠nio do continente africano subordinado ao capital monopolista.

Por fim, o curso ainda se prop√Ķe a abordar o impacto dos movimentos negros no Brasil, principalmente no per√≠odo das d√©cadas de 1960 e 1970.

PanAfrican

 

Cronograma 

Dia 18/01/2016 – Como a Europa subdesenvolveu a √Āfrica

Objetivo: Compreender quais foram √†s pr√°ticas que os pa√≠ses de forma√ß√£o de capitalismo cl√°ssico fizeram para poder monopolizar a riqueza social explorando o continente africano; o Congresso de Berlim, convocado pelo Chanceler Otto von Bismarck, de 1878 que reuniu os principais representantes das pot√™ncias europeias que partilharam o continente africano; nesse m√≥dulo ter√° como refer√™ncia os estudos de Walter Rodney ‚Äď Como a Europa subdesenvolveu a √Āfrica ‚Äď e, Kwame N‚ÄôKrumah ‚Äď Neocolonialismo: √ļltimo est√°gio do Imperialismo. Ainda, ser√° tematizado as quest√Ķes em torno do imperialismo e seu impacto nos pa√≠ses do continente africano.

Expositor: Marcio Farias ‚Äď Possui gradua√ß√£o em Psicologia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (2011), mestrado em Psicologia Social na PUC-SP (2015), coordenador do N√ļcleo de Estudos Afro Americanos (Nepafro). Atua como Auxiliar de Coordena√ß√£o para acessibilidade no MuseuAfroBrasil.

Indica√ß√£o de leitura:     GOMES, F. F. Mwalimu Rodney. Uma introdu√ß√£o a vida e obra de Walter Rodney.

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Dia 19/01/2016 – Em defesa da revolu√ß√£o africana e o Pan-africanismo

Objetivo: a partir dos movimentos de liberta√ß√£o na √Āfrica o encontro apresentar√° as correntes no interior do movimento pan-africanista, os projetos que estavam em voga no momento das lutas de liberta√ß√£o; ainda, priorizar√° as lutas existentes na Arg√©lia, Burkina Faso e Angola.

Expositor: Deivison Faustino ‚Äď Formado em Ci√™ncias Sociais pelo Centro Universit√°rio Funda√ß√£o Santo Andr√© (CUFSA), mestrado em Ci√™ncias da Sa√ļde pela FMABC e doutorado em Sociologia pela Universidade Federal de S√£o Carlos (UFSCAR); Integrante do Kilombagem

Indicação de Leitura: FANNON, F. Racismo e Cultura.

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20/01/2016 – Pol√≠tica, Cultura e Emancipa√ß√£o Humana: o caso de Cabo Verde e Guin√©-Bissau e Mo√ßambique.

Objetivo: A partir das lutas sociais em Cabo Verde e Guiné-Bissau e em Moçambique, será considerado os processos de lutas travadas contra o imperialismo; a luta dos Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) e da Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO); a partir dos escritos de Amílcar Cabral e Samora Machel, qual a relação entre cultura e política, visto que a articulação entre essas duas esferas foram fundamentais, não somente nos referidos países, mas nos demais territórios que se opuseram contra o neocolonialismo.

Expositor: Weber Lopes G√≥es ‚Äď Bacharel em Hist√≥ria e Especialista em Ci√™ncias sociais pelo Centro Universit√°rio Funda√ß√£o Santo Andr√© (CUFSA) e mestrado em Ci√™ncias Sociais (UNESP/Mar√≠lia).

Indicação de leitura: CHASIN, José. Sobre Moçambique.

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 FREIRE, Paulo. Am√≠lcar Cabral: o pedagogo da revolu√ß√£o.

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21/01/2016 – A Seneg√Ęmbia no contexto da luta anticolonial

Objetivo: considerando as lutas de libertação africana, quais foram as estratégias de combates ao imperialismo efetivados em Senegal e, ao mesmo tempo, as influências do movimento negritude e do marxismo enquanto ferramentas de libertação no referido país.

Expositor: Sallomão Jovino da Silva РPossui mestrado e doutorado em História pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, com estágio no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. Atualmente professor do Centro Universitário Fundação Santo André (CUFSA) e é Consultor da Secretaria de Educação do Município de São Paulo.

Indica√ß√£o de leitura: DOMINGUES, Petr√īnio. Movimento da negritude: uma breve reconstru√ß√£o hist√≥rica.

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22/01/2016 – Discurso sobre o colonialismo: o movimento negritude e seu impacto no movimento negro brasileiro nos anos de 1970.

Objetivos: ser√° abordado quais as cr√≠ticas contra o neocolonialismo na √Āfrica a partir do fundador do movimento negritude Aim√© C√©sare; ainda, a partir das lutas do movimento negro brasileiro qual a influ√™ncia das lutas de liberta√ß√£o na √Āfrica no movimento negro do Brasil.

Expositor: Milton Barbosa ‚Äď Fundador do Movimento Negro Unificado (MNU).

Indica√ß√£o de leitura: C√ČSARE, Aim√©. Discurso sobre o colonialismo.

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Pacote Zipado com todos os textos

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Informa√ß√Ķes gerais 

P√ļblico Alvo: Estudantes de Ci√™ncias Sociais, Geografia, Pedagogia, Servi√ßo Social, Hist√≥ria e √°reas afins; educadores sociais, profissionais da √°rea da educa√ß√£o, educador comunit√°rio e interessado nas tem√°ticas.

Crit√©rios de participa√ß√£o: Os interessados devem se comprometer a ler os textos indicados para cada encontro.

Estrutura do Curso: A dura√ß√£o do curso ser√° de 15 horas dividido em cinco m√≥dulos, sendo que cada um ter√° a dura√ß√£o de 3 horas.

Metodologia: Leitura de textos, exposi√ß√£o e discuss√£o junto aos participantes.

Ser√° emitido certificado para os participantes, uma vez que tenham frequentado ao menos 75% do curso.

Informa√ß√Ķes: cursoformacao@kilombagem.net.br

Local

Espa√ßo Cultural DONA LEONOR 

Rua San Juan, 121, Parque das Américas (Mauá/SP). Cinco minutos da Estação de Trem Guaquituba da CPTM, linha Turquesa.


Mapa de como Chegar

Realização

 

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Imagens do Curso Fanon: Vida e Obra

Curso Fanon: Vida e Obra  (Grupo Kilombagem e Casa de Cultura Tainã)

 

Curso Fanon: vida e Obra KILOMBAGEM E TAINÃ

 

 

Agradecemos enormemente pela expressiva participa√ß√£o no curso e pela qualidade do debate ali estabelecido. Esperamos nos ver em breve em outras iniciativas como essa. N√ÉO DEIXE DE RESPONDER AO QUESTION√ĀRIO DE AVALIA√á√ÉO!

Seguem abaixo algumas imagens do Curso (se você tem outras fotos e deseja publica-la aqui, envie-nas para kilombagem@kilombagem.org e adicionaremos a esse post assim que possível).

 

As fotos são do fotógrafo Felipe Choco:

 

 

UBUNTU

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Curso Kilombagem – Fanon; Vida e Obra, em Campinas

No dia 20 de julho Frantz Fanon completaria 90 anos.

Em rever√™ncia √† sua trajet√≥ria, mas tamb√©m, interessados/as em discutir a atualidade da sua obra para o entendimento do racismo na sociedade contempor√Ęnea, o Grupo Kilombagem oferecer√° o Mini-curso Fanon: vida e obra.

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Objetivo

O Mini Curso se prop√Ķe a apresentar e discutir o legado pol√≠tico e te√≥rico do autor enfatizando suas contribui√ß√Ķes para a compreens√£o das rela√ß√Ķes raciais na sociedade contempor√Ęnea.

Provocador: Deivison Faustino (Nkosi) РDoutorando do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UFSCAR e integrante do Grupo KILOMBAGEM

 

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Por que estudar Fanon?

Como psiquiatra, fil√≥sofo, cientista social e revolucion√°rio, Frantz Fanon √© sem d√ļvida um dos pensadores mais instigantes do s√©culo XX. Sua obra influenciou diversos movimentos pol√≠ticos e te√≥ricos na √Āfrica e Di√°spora Africana e segue reverberando em nossos dias como refer√™ncia obrigat√≥ria nos os estudos culturais e p√≥s-coloniais.

Sua trajetória política e teórica impressiona pela grandiosidade e o seu curto espaço de vida. Nasce em Forte de France, Martinica em 1925 no seio de uma família de classe média e patriota. Em 1944 se alista no exercito francês para lutar contra os alemães na segunda guerra mundial e posteriormente segue para Lyon para estudar medicina e psiquiatria. Neste período foi estudante ativo envolvido com a publicação periódica de um jornal mimeografado.

Em 1950 Frantz Fanon escreve o texto que seria a sua tese de douturado em psiquiatria: Peau noire, masques blancs(Peles Negras, M√°scaras Brancas), mas a tese, por confrontar as correntes hegem√īnicas, foi recusada pela comiss√£o julgadora o obrigando a escrever outra tese no ano seguinte em Lyon com o t√≠tulo de Troubles mentaux et syndromes psychiatriques dans l‚Äôh√©r√©dp-d√©g√©n√©ration-spino-c√©r√©belleuse – Um cas de maladie de Friereich avec d√©lire de possession (Problemas mentais e sindromes psiquiatricas em degenera√ß√£o espinocerebelar heredit√°ria ‚Äď Um caso de doen√ßa de Friereich com del√≠rio de posse).

Em 1952 participa de diversos debates universitários e seminários em que se confronta ou converge com os pensadores franceses da época. Neste mesmo ano publica uma série de ensaios sobre a situação do negro na França, escreve um drama sobre os trabalhadores de Lyon (Les Mains parallèles) e publica o texto da sua primeira tese rejeitada: Peau noir, masques blancs (Peles negras, máscaras brancas) livro que marcaria a história dos estudos o racismo.

mascarasbrancas
Artista: Cena 7

Neste livro o autor discute os impactos do racismo e do colonialismo na psique (de colonizadores e colonizados) e mostra o quanto as aliena√ß√Ķes coloniais s√£o incorporadas pelos colonizados, mesmo no contexto de elabora√ß√£o do protesto negro.

O ano seguinte é marcado por um casamento e a sua mudança para a Argélia a fim de estudar mais profundamente os problemas enfrentados pelos imigrantes africanos na França. Segundo Oto (2003) estes momento foi fundamental para Fanon compreender os impactos do colonialismo na estrutura psíquica humana:

Ao tentar ampliar suas percep√ß√Ķes sobre o problema dos pacientes em territ√≥rios coloniais, vinculando as enfermidade ao colonialismo, Fanon aceita neste mesmo ano o contrato com o Hospital Blida-Joinville na Arg√©lia. Durante sua resid√™ncia neste local os resultados de suas investiga√ß√Ķes o convenceram das dimens√Ķes assumiam o regime colonial e como este regime desarticula a estrutura ps√≠quica das pessoas.( Oto 2003:219)

O ano seguinte foi marcante para o autor ao assistir o nascimento da revolu√ß√£o argelina e a violenta repress√£o francesa. √Č neste contexto que Fanon renuncia ao seu cargo no Hospital psiqui√°trico para se filiar √† Frente de liberta√ß√£o Nacional – FLN (Front de Liberation Nationale) onde contribuir√° ativamente como escritor do jornal El Moudjahid, em T√ļnez.

Os anos seguintes foram marcados por intensa agita√ß√£o pol√≠tica e participa√ß√£o nos f√≥runs internacionais dos movimentos de liberta√ß√£o no continente africano. Em 1959 publica L‚Äôan V de la R√©volution Alg√©rienne, sem publica√ß√£o em portugu√™s, e em 1961 se encontra com J. P. Sartre e S. Beauvoir. Neste mesmo ano, ap√≥s escrever Les damm√©s de la terre, o √°pice de sua atividade pol√≠tica e intelectual seria interrompido por um problema de sa√ļde que levaria a morte.

Boa parte dos textos escritos por Fanon no jornal El Moudjahid foram reunidos por sua esposa e publicados postumamente no livro Pour la révolution africanie (1964), publicado em Portugal apenas em 1980 com o título Em defesa da revolução Africana.

A pesar de sua import√Ęncia para a compreens√£o das rela√ß√Ķes raciais contempor√Ęneas, 50 anos depois de sua morte, a Obra de Frantz Fanon ainda √© pouco estudada no Brasil. Espera-se com esta atividade despertar o interesse da comunidade acad√™mica como um todo para a discuss√£o dos elementos apresentados pelo autor.

Programação

Encontro 01 ‚Äď A aliena√ß√£o colonial (20/07/2015 – 14hs)

  • itiner√°rio¬†pol√≠tico de Frantz Fanon
  • Pele negra, m√°scaras brancas

(Leitura recomendada: Prefácio de Lewis Gordon РBaixe o arquivo! e  Capitulo V: Experiência vivida do negro РBaixe o arquivo! )

(Obra Completa para baixar: Peles Negras Mascaras Brancas РBaixe a obra!)

 

Encontro 02‚Äď Racismo e cultura (20/07/2015 – 17:hs)

  • Em defesa da revolu√ß√£o africana
  • Os escritos de El Moudjahid

(Leitura recomendada: Racismo e Cultura РBaixe o arquivo!)

 

Encontro 03‚Äď A Arg√©lia se desvela (21/07/2015 – 14hs)

  • Ano V da Revolu√ß√£o Argelina

(Leitura recomendada: Capitulo 1 : A Argélia se quito el velo РBaixe o arquivo!  Рem espanhol)

( Obra Completa em espanhol: Sociología de una Revolución РBaixe a obra!)

 

Encontro 04‚Äď A liberta√ß√£o nacional (21/07/2015 – 17hs)

  • Os condenados da terra

(Leitura recomendada:  Cap. I Da violência РBaixe o arquivo!)

(Obra Completa: Os Condenados da Terra РBaixe a obra! )

 

 

Como chegar

Local: Casa de Cultura Tainã ( http://www.taina.org.br) Campinas РSP

Rua Inhambu, 645 РVila Padre Manoel da Nóbrega, Campinas РSP, 13060-280
Quem vem de Onibus
Linhas 241, 24o e 249
perguntar pela Praça dos Trabalhadores ou Pinicão
A Tainã encontra-se dentro da Praça

 

 

 

A REDU√á√ÉO N√ÉO √Č A SOLU√á√ÉO!!!

 

 

 

 

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I Curso de gênero do Kilombagem

A constru√ß√£o dial√©tica das rela√ß√Ķes sociais de g√™nero

pretas panthers

O curso tem como objetivo possibilitar o debate sobre a desigualdade de g√™nero √† partir das particularidades do racismo e do capitalismo, com as devidas media√ß√Ķes contidas ¬†no desenvolvimento do patriarcado ao longo da hist√≥ria da humanidade.

PROGRAMAÇÃO DO CURSO (DIAS 15 À 17/05)

14/05 (Quarta-feira) РRenata Gonçalves (CANCELADO)

¬†“As determina√ß√Ķes do racismo, do patriarcado e do capitalismo, nas rela√ß√Ķes sociais de g√™nero.”

Por motivo de problemas de sa√ļde a palestrante convidada; Renata Gon√ßalves, n√£o comparecer√° na atividade agendada pra esta quarta. Pedimos a compreens√£o de todos pois fomos avisados ontem de tal impossibilidade de comparecimento n√£o havendo condi√ß√Ķes de garantir palestrante substituto pra este curso.

15/05 (Quinta-feira) – Giselle dos Anjos Santos

¬†“Feminismo ou Feminismos? O feminismo negro e suas interlocu√ß√Ķes.”

Texto Base: Teorizando Sobre G√™nero e Rela√ß√Ķes Racias – Sandra Azeredo

 

16/05 (Sexta-feira) – Deivison Nkosi

¬†“Masculinidade Negra”

Texto Base:¬†“¬†As representa√ß√Ķes do homem negro e suas conseq√ľ√™ncias“.

 Mediação: Bergman de Paula Pereira.

Hor√°rio das palestras: 18h30h as 21h.

17/05 (S√°bado) Encerramento

Roda de Conversa: O poder do macho em debate

Hor√°rio: 11h as 13h30

Interven√ß√Ķes Musicais das 14h √†s 17h

Apresenta√ß√Ķes
Sankofa (rap)
Luana Hansen (rap)
Yzal√ļ (rap)
Apresentação Katiara
Discotecagem com Dj Bia (Sankofa)

 

Local: N√ļcleo de Consci√™ncia Negra da USP

Av. Professor L√ļcio Martins Rodrigues,travessa 04 – bloco 03

Cidade Universit√°ria/ USP – Butant√£ (atr√°s da FEA e do restaurante Sweden)

Como Chegar:

Pegar √īnibus na esta√ß√£o Butant√£ do metr√ī (Linha amarela). √Ēnibus linha: Circular 1 e descer no ponto da FEA (5¬ļ¬ļ ponto dentro da USP) e atravessar o pr√©dio da FEA que sair√° em frente o espa√ßo do N.C.N

Inscri√ß√Ķes Encerradas!!!

Devido ao volume de inscri√ß√Ķes feitas, tivemos que encerrar as inscri√ß√Ķes antes do prazo previsto para que pud√©ssemos garantir a qualidade do mesmo. Pedimos Desculpas antecipadamente para aqueles que por ventura foram prejudicados.

O curso ocorrer√° de forma presencial no N√ļcleo de Consci√™ncia Negra e ser√° garantido a emiss√£o de certificados de participa√ß√£o.

Maiores Informa√ß√Ķes:

kilombagem@kilombagem.org

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Download do Certificado

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Coment√°rios:

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> Horário: quinta-feira janeiro 24, 2013 às 2:14 pm

> Nome: Juliana de Souza Ramos

O que você achou do primeiro encontro: Capitalismo e Racismo com Weber Lopes Goes: Não pude comparecer no primeiro encontro.
> No segundo, a fala da professora Teresinha foi muito pertinente, deixando bem claro que os movimentos, sejam eles quais forem, est√£o conseguindo conquistas parciais, para a emancipa√ß√£o humana de fato, as divis√Ķes, um dia, ter√£o que deixar de existir.
> Grupo/Organiza√ß√£o: Professora rede p√ļblica / mestranda
> O que lhe motivou a fazer este curso?: Sou mestranda em Ci√™ncias Sociais, Antropologia pela PUC-SP e minha pesquisa √© sobre as mudan√ßas e perman√™ncias entre as gera√ß√Ķes de alunas, m√£es e av√≥s das alunas afrobrasileiras na cidade de Diadema.

____________

> Horário: quarta-feira janeiro 23, 2013 às 3:04 pm

> Nome: Israel Silva Junior
> O que voc√™ achou do primeiro encontro: Capitalismo e Racismo com Weber Lopes Goes: Foi bom, educativa e abordou contextos sobre um vi√©s pouco pensado. O ‚Äúeu‚ÄĚ dentro das lutas , evidenciando situa√ß√Ķes, embora conhecidas mas pouco debatidas, ra√ßa, classes, escravid√£o e capitalismo. O conhecimento do inimigo ou dominador- poder√≠amos ate usar outro termo-, pois essa palavra utilizada (inimigo), dentro do contexto pode invalidar a proposta do aprender para poder questionar. Contudo o professor teve a sua disposi√ß√£o sensibilidade, transformando a palestra numa agrad√°vel aula, onde o tema central ‚ÄúRacismo e Luta de Classes‚ÄĚ, desenvolveu-se dentro do programado.
> Minha cr√≠tica fica por conta de uma vis√£o que tamb√©m n√£o deixa de ser pessoal. Sobre v√°rios pontos tratados nos aspectos palestrados, senti opini√Ķes formadas mediante a pessoalidade do Professor Weber, oque o coloca em rota de conflito com v√°rios grupos que est√£o lutando para conseguir uma maior visibilidade do negro na sociedade brasileira. Lutas essas embasadas nas ancestralidades do povo preto brasileiro, pois traz em pauta liga√ß√Ķes √©tnicas com a identidade africana, por outro lado o questionamento abordado na palestra, nos remete aos estudos de diretrizes verdadeiras, sobre cor, ra√ßa, descend√™ncia, porem a que considerar-se a forma√ß√£o ambiental desse povo, com caracter√≠sticas espec√≠ficas e que mesmo com as v√°rias tentativas v√£s de decomp√ī-lo ou explicar, diga se ai o pr√≥prio processo da tentativa da eugenia, foi sem √™xito. Aqui n√£o se explicou, e a certeza √© que nem a realidade do ‚Äúmito da democracia racial‚ÄĚ e nem as tentativas pol√≠ticas de
> esvaziarem os movimentos que ligam o Brasil na foram capazes de interromper as lutas do povo afrodescendentes, porem o sistema os conservam engessados nas camadas inferiores, limitando ou dificultando seu acesso à status superiores e sob o estigma da cor.
> Outros pontos, de minha discord√Ęncia pessoal , j√° que o negro n√£o est√° apenas focado em seus valores culturais, como arte e religi√£o, diga se com a palavra do palestrante ‚Äúcapoeira‚ÄĚ. Olhar o negro brasileiro sem olhar a √Āfrica, seria desfazer essa trajet√≥ria hist√≥rica de s√©culos de escravid√£o, esquecendo Zumbi dos Palmares e outros valores como Luiza Mahin que ligam os povos negros √Āfrica/Brasil, no entanto √© sabido que os h√°bitos culturais foram se transformando devido a ambientaliza√ß√£o decorrente a vida nos continentes separados. Entendo que a constru√ß√£o da pessoa Weber est√° valoriza e balizada no conhecimento, adquirido em pesquisas e forma√ß√£o acad√™mica, e que sua capacidade ultrapassa limites, e sua vis√£o, merecidamente tem cr√©ditos e devemos respeita-la e olha-la para trabalharmos poss√≠veis mudan√ßas no futuro, porem refuto as ideias quanto as lutas de classes e o comportamento sobre ra√ßas e a liga√ß√£o de capital e escravid√£o, num contexto
> operacional j√° que ap√≥s a promulga√ß√£o das Leis 10.639 e a Lei de Cotas, temos outras metas e isso faz com que as lutas no Brasil, s√£o muito mais do que uma reivindica√ß√£o cultural, no aspecto folcl√≥rico, pois sim, cultura tamb√©m, j√° que faz parte da luta que integraliza a ‚Äúidentidade‚ÄĚ negra no Brasil, e est√° inserida num quadro complexo de valores multiculturais, porem as quest√Ķes s√£o mais abrangentes dentro do social, onde est√£o estabelecidas as regras puramente racistas do dominador capitalista, com consequ√™ncias dr√°sticas para o povo afrodescendente, que mesmo tendo ligeiras ascens√Ķes, econ√īmicas e culturais, continuam invis√≠veis. A m√≠dia em todos os seus segmentos tem padr√£o cultural europeu.
> Agora te pergunto professor, por que vamos ter que padronizarmos nossas atitudes como se fossemos parte cultural europeia?
> Gostaria que vc falasse dos ensinamentos religiosos da √Āfrica, suas multiplicidades, que est√£o presentes no Brasil como a mais forte resist√™ncia de um povo.
> Falasse dos fil√≥sofos africanos, que tamb√©m tem liga√ß√Ķes com o capital.
> Grupo/Organização: Grupo Afrodescendentes
> O que lhe motivou a fazer este curso?: Conhecimento, agora estou precisando de A/C para a faculdade. E também enriquecer meu currículo.
____

E você, o que achou do curso? Vamos seguir aqui o debate aqui???

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Encontro 2 – Grupo de Estudos “Particularidades do Capitalismo Brasileiro” – GT Trabalho – Kilombagem

Discussão: A Via Colonial de Entificação do Capitalismo, José Chasin

Na noite do dia 17/01, tivemos nosso 2¬ļ encontro do grupo de estudos “Particularidades do Capitalismo Brasileiro”, tendo como foco o texto “A Via Colonial de Entifica√ß√£o do Capitalismo”, de Jos√© Chasin (1977), com media√ß√£o de Felipe Choco e a participa√ß√£o de Leila, Regina, Deivison, Heraldo, Katiara, Talita, Bergman e Rafaela. O texto faz parte de uma compila√ß√£o de artigos de Chasin que deu origem ao livro A Mis√©ria Brasileira – 1964 – 1994 – do golpe militar √† crise social – Estudos e Edi√ß√Ķes Ad Hominem, 2000.

O autor discute, dentre outras coisas, o desenvolvimento do capitalismo na Alemanha, na It√°lia e no Brasil, pa√≠ses que apresentaram formas distintas de chegar ao capitalismo, ou seja, n√£o passaram pela via cl√°ssica, como a Fran√ßa, por exemplo, tiveram um desenvolvimento tardio do capitalismo. A Alemanha teve um desenvolvimento tardio do capitalismo, a chamada via prussiana, partindo do passado feudal, mas com reformas ao inv√©s de revolu√ß√£o e, ainda, concilia√ß√£o do novo e do velho, ao contr√°rio da via cl√°ssica em que h√° ruptura com as formas antigas. Percebe-se um “car√°ter retardat√°rio e conciliador”, fato que leva √† concluir que o Brasil teve a mesma trajet√≥ria, isto √©, fez sua transi√ß√£o para o capitalismo pela via prussiana.

No entanto, Chasin nos chama a aten√ß√£o para alguns pontos. Apesar das muitas semelhan√ßas com o processo alem√£o de capitalismo tardio, o Brasil teve distin√ß√Ķes que os aproximava, em alguns aspectos, do caso norte-americano. Dadas √†s suas especificidades, o autor demonstra que o caso brasileiro culminou em um capitalismo hiper-tardio, com a presen√ßa do “car√°ter retardat√°rio e conciliador do processo alem√£o”, mas com um “modo particular de se constituir e ser capitalismo”. O latif√ļndio surge ¬†a partir da empresa colonial e a industrializa√ß√£o, sendo caracter√≠stica da sociedade moderna, desenvolve-se tardiamente e manteve o pa√≠s na condi√ß√£o de subordinado na economia internacional. Temos, ent√£o, a concilia√ß√£o do velho e do novo, no contexto em que as transforma√ß√Ķes pol√≠ticas foram feitas “pelo alto”, com destaque a partir dos anos 1930 (Revolu√ß√£o de 30), com auge em 1956, quando a produ√ß√£o industrial ultrapassa a agr√≠cola em termos de participa√ß√£o na economia nacional, al√©m de concess√Ķes e aus√™ncia de participa√ß√£o do povo. A produ√ß√£o industrial continuou voltada para o mercado externo – foco nos insumos/mat√©ria-prima – da√≠, vemos o sentido da coloniza√ß√£o, novamente, como apontado por Caio Prado J√ļnior.

Chasin define, ent√£o, como “via colonial” a forma de desenvolvimento do capitalismo no caso brasileiro. Para a burguesia agr√°ria, o ‘novo’ n√£o interessava, ent√£o, constitui-se um capital atr√≥fico em que a burguesia nacional √© dependente e submissa √†s demandas externas.

Dada a complexidade do texto, os presentes consideram a possibilidade de retomar a discuss√£o em outro momento.

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II Curso: Pan Africanismo e a esquerda diante da luta de classes

O Grupo KILOMBAGEM ¬†e o N√ļcleo de Consci√™ncia Negra da USP t√™m a honra de convidar-te para o II Curso : Pan Africanismo e a esqueda duante da luta de classes.

O Curso tem o objetivo de oferecer subs√≠dios hist√≥ricos e sociol√≥gicos para o entendimento das rela√ß√Ķes entre o racismo e o capitalismo, ¬†bem como as tens√Ķes, antagonismos e ¬†converg√™ncias entre ¬†a chamada esquerda e o internacionalismo negro.

 

Comente e avalie os encontros aqui!!!

 

 

Baixe aqui os textos para cada os encontros (clique no link em azul)

Atenção!!!

Alteração de ordem na Programação (19hs às 22hs): 

22/01 – O Racismo e a Luta de Classes – Weber Lopes Goes

Textos de apoio:
Origens, modalidades e formas de racismo РMartiniano José da Silva

O racismo como arma de dominação РClóvis Moura

23/01 A Esquerda: Brasil¬† e Mundo no P√≥s-Guerra ‚Äď ¬†Teresinha Ferrari

Textos de apoio:

 

24/01 Os movimentos de liberta√ß√£o na √Āfrica e suas influ√™ncias no Movimento Negro brasileiro – Deivison Mendes Faustino (Deivison Nkosi)

textos de apoio:

A consci√™ncia negra e a busca da verdadeira humanidade –¬†Bantu Stephen Biko

O Pan-africanismo e a forma√ß√£o da OUA – √Črica Reis de Almeida

 

 

Local: 

N√ļcleo de Consci√™ncia Negra na USP

Av. Professor L√ļcio Martins Rodrigues, Travessa ¬†4. Bloco 3, Cidade Universit√°ria ‚Äď S√£o Paulo ‚Äď SP

Informa√ß√Ķes:

nucleodeconsciencianegra@gmail.com

3091`-7746

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Grupo de Estudos: O TRABALHO – Grupo KILOMBAGEM

Particularidades do Capitalismo Brasileiro

O Grupo KILOMBAGEM têm a honra de convidar-te para compor o Grupo de Estudos РO Trabalho, que neste mês de Janeiro se reunirá semanalmente com o tema: “Particularidades do Capitalismo Brasileiro “.

 

LOCAL DO GRUPO DE ESTUDOS:

Local Sindicato dos Metalurgicos do ABC – Centro de Forma√ß√£o Celson Daniel.¬† Rua Jo√£o Basso, 231, Centro S√£o Bernardo do Campo – D√ļvidas: 96277 1907

 

O Grupo de Estudos será divido em 4 encontros temáticos a serem realizados semanalmente. Em cada encontro será discutido um texto com autores que contribuíram para entendermos as especificidades de nossa formação social. Os textos se encontram no site e podem ser baixados através do links logo abaixo.

Cronograma dos Encontros :

10/01:  O Sentido da Colonização

17/01:  A via colonial de entificação do capitalismo

24/01: Miscigenação e democracia racial: mito e realidade

30/01: Ornitorrinco

D√ļvidas

kilombagem@kilombagem.org

Mediação

Felipe Choco

Soci√≥logo, P√≥s-graduando em Economia-mundo, Arte e Sociedade ‚Äď Funda√ß√£o Santo Andr√©

Local:

Sindicato dos Metal√ļrgicos de S√£o Bernardo do Campo;

Inicio:

As 19hs

 

Inscri√ß√Ķes podem ser feitas atrav√©s desse formul√°rio:

[contact-form-7 404 "N√£o encontrado"]

Realização:
Grupo de Estudos O Trabalho ‚Äď Grupo KILOMBAGEM
Apoio
Sindicato dos Metal√ļrgicos de S√£o Bernardo do Campo

 

Publicado em

História e Cultura Afrobrasileira

O II Curso Negro KILOMBAGEM, objetiva capacitar professores, educadores, estudantes, pesquisadores, gestores, ativistas, e interessados em geral, para abordagem dos conte√ļdos propostos pela lei 10.639/03 (atual 11.645/08), que institui a obrigatoriedade da tem√°tica de Hist√≥ria e Cultura Afro-Brasileira na rede de ensino.

Ementa

As diretrizes curriculares para a implementa√ß√£o da Lei 10.639/03, hist√≥ria geral da √Āfrica e do negro no Brasil; a contribui√ß√£o dos africanos para o desenvolvimento humano universal; Racismo, colonialismo e neo-colonialismo; As lutas negras no continente africano e di√°spora; cultura negra e resist√™ncia social.

Objetivos específicos

 Apresentar estratégias de implementação para a lei 10.639/03 (atual 11.645/08);
 Ampliar conhecimento sobre os conceitos de Raça, Racismo, Preconceito e Cultura Afro-brasileira;
¬†Discutir as contribui√ß√Ķes africanas para o desenvolvimento humano universal;
 Apresentar e discutir os elementos pedagógicos da cultura negra como expressão de resistência social.

Arte: Qual é o seu espaço na vida?

Qual a necessidade da arte na vida das pessoas? Quais os critérios de consideração de uma grande arte? Qual a função da arte dentro do modo de produção capitalista?

Para buscar responder a estas e outras quest√Ķes, surge o grupo de Artes do Grupo KILOMBAGEM. Composto por trabalhadores de distintos seguimentos, inseridos em manifesta√ß√Ķes art√≠sticas, a proposta √© de que os estudos referentes √† arte em geral, auxilie os participantes a terem como norte a produ√ß√£o de grandes obras, dentro dos campos art√≠sticos em que est√£o inseridos: o rap (e a m√ļsica em geral), graffiti, teatro, artes pl√°sticas, visuais e poesia. Analisamos que a produ√ß√£o art√≠stica atual ‚Äď na maioria das manifesta√ß√Ķes ‚Äď est√° muito vazia e empobrecedora, descumprindo o car√°ter hist√≥rico educativo, que seria pr√≥prio da arte, ajudando os indiv√≠duos a se auto-conhecerem e conhecerem melhor o mundo em que vivemos.

PRINCIPAIS A√á√ēES:

  1. Estudos referentes à arte em geral.
  2. Estudos referentes √†s formas e conte√ļdos espec√≠ficos das manifesta√ß√Ķes art√≠sticas em que estamos inseridos.
  3. Divulgação teórica.
  4. Produção de obras e de atividades artísticas.

Inseridos em mobiliza√ß√Ķes sociais, o grupo de pesquisa visa influenciar no campo art√≠stico, entendendo-o como uma das formas de apreens√£o da realidade, e que dessa maneira podemos interferir criticamente na vida dentro das possibilidades atuais, com a perspectiva de uma cultura humana emancipada das amarras do capital.

Objetivo:

Inicialmente a proposta era que fosse um grupo apenas de “artistas”, e que os estudos nos ajudassem a entender e fazer melhor o que j√° produzimos nos nossos campos espec√≠ficos, ao entender melhor o campo da arte em geral. As artes produzidas pelos participantes seriam¬†em si a divulga√ß√£o dos grupos de estudo. Por√©m, com a proposta atual, o grupo est√° aberto para quem quiser entender qual √© o espa√ßo da arte na vida, por meio das suas t√©cnicas e conte√ļdos, sejam esses produtores de arte, simpatizantes ou artistas “em potencial”. E como divulga√ß√£o, passa-se a ter a necessidade de produ√ß√£o de textos sobre os assuntos abordados. Metodologia: Leitura moment√Ęnea, em que cada participante l√™ um par√°grafo e o grupo extrai as ideias principais de cada par√°grafo, no ato da leitura, contextualizando com o nosso per√≠odo hist√≥rico.