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Educação na África: A Fuga de Cérebros

Fui apresentado a esse grande pesquisador/cientista pelo meu amigo Banto Palmarino. Desde então tenho procurado saber um pouco mais sobre sua trajetória e pesquisa, apesar de achar muita coisa sobre ele na net, pouquissima coisa esta em português, tenho a pretensão de traduzir algumas coisas, mas enquanto isso não acontece. Posto aqui uma matéria que achei sobre ele no Portal Educar. Segue;

Para se ter uma idéia da Educação na África, postaremos uma entrevista de Philip Emeagwali, para o Africa Journal, realizada por Maimouna Mills, apresentador da Rádio Voz da América.

EMEAGWALI: A principal causa de brain drain externo é o baixo nível dos salários pagos aos profissionais africanos. A contradição é que gastamos anualmente quatro bilhões de dólares para recrutar e pagar 100.000 expatriados para trabalharem na África, mas falhamos em investir uma quantia proporcional para recrutar os 250.000 profissionais africanos que trabalham fora da África. Profissionais africanos trabalhando em África têm salários consideravelmente menores do que os salários de expatriados com qualificação semelhante.
Temos ainda o brain drain interno que ocorre quando pessoas não são empregadas nos seus campos de experiência e especialização. Por exemplo, muitos oficiais militares são políticos de uniforme e alguns médicos ganham salários suplementares como motoristas de táxi.

Quais são as razões para que as pessoas não retornem aos seus países de origem?

EMEAGWALI: As condições sócio-econômicas tornam difícil que alcancemos nosso potencial. A instabilidade política aumenta as taxas de emigração de profissionais para as nações desenvolvidas.
Muitos profissionais emigraram durante os reinados brutais de Idi Amin, Mobutu e Sani Abacha. A guerra no Sudão entre o norte islâmico e o sul cristão conduziu à emigração de metade dos profissionais sudaneses. Em 1991, um de cada três países africanos era afetado pelos conflitos. Hoje, existem mais refugiados em África do que em qualquer outra região do mundo.

Quais são as razões que levam a que você não regresse ao seu país de origem?

EMEAGWALI: Primeiro, eu tenho uma esposa americana que segue uma carreira acadêmica e um filho de oito anos que estuda numa boa escola. Eu não poderia interromper a carreira de minha esposa e a educação de meu filho.
Depois, eu nunca recebi convites de membros do governo. Algumas pessoas encontraram-me através da Internet e convidaram-me para ir à Nigéria.

Espero até o final do ano poder fazer pelo menos uma viagem à Nigéria.

Quais países são mais afetados pelo brain drain?

EMEAGWALI: Os países que absorvem cérebros são vencedores, enquanto os países que fornecem cérebros são perdedores. Os países receptores incluem os Estados Unidos, a Austrália e a Alemanha. Os países fornecedores de cérebros incluem a Nigéria, a África do Sul e Gana. Só a Nigéria tem 100.000 imigrantes nos Estados Unidos. Nos Estados Unidos, 64% de estrangeiros nascidos na Nigéria com 25 ou mais anos de idade têm ao menos o grau de bacharelado. 43% de estrangeiros que vivem nos Estados Unidos nascidos na África são pelo menos bacharéis. Nigerianos e outros africanos representam os grupos étnicos com maior nível educacional nos Estados Unidos.
As guerras na Etiópia, Sudão, Angola e Zaire contribuíram para o problema do brain drain.

Qual o impacto social do brain drain?

EMEAGWALI: O brain drain torna difícil a criação de uma classe média formada por médicos, engenheiros e outros profissionais. Temos uma sociedade africana dividida em duas classes: uma gigantesca sub-classe formada por pessoas muito pobres, em geral desempregadas, e uma classe formada por poucas pessoas muito ricas que, na maioria das vezes, são oficiais corruptos do governo ou de órgãos militares.
O brain drain permite que surja uma liderança fraca e corrupta. Uma ampla classe média instruída asseguraria que o poder político fosse transferido por meio de votos ao invés de guerras.

Quando os médicos emigram para os Estados Unidos, os pobres são forçados a buscar tratamento médico em curandeiros tradicionais enquanto a elite voa a Londres para seus check-ups de rotina.

Os oficiais do governo da Nigéria usam o dinheiro dos contribuintes para viajar ao exterior para avaliações de saúde rotineiras e para tratamento contra malária. Os check-ups no exterior são uma desgraça nacional e a sua proibição forçaria a Nigéria a recontratar os médicos que emigraram para a Europa.

Qual o impacto económico do brain drain?

EMEAGWALI: Os melhores e mais brilhantes profissionais podem emigrar, deixando para trás os mais fracos e menos imaginativos. Isto significa uma morte lenta para África.
Não podemos alcançar crescimento econômico a longo prazo exportando nossos recursos naturais. Na nova ordem mundial, crescimento econômico é movido por pessoas com conhecimento. Fala-se bastante sobre mitigação da pobreza. Porém, quem vai diminuir a pobreza? Serão os indivíduos mais talentosos que deverão liderar as pessoas, criar riqueza e erradicar a pobreza e a corrupção.

Os profissionais que estão saindo de África incluem aqueles com especialização técnica e habilidades administrativas e empreendedoras. A ausência destes profissionais aumenta a corrupção endêmica e torna mais fácil para os militares derrubarem governos democraticamente eleitos.

África precisa de uma classe média numerosa para construir uma grande base de contribuição de impostos que, em contrapartida, possibilitará a construção de boas escolas e a disponibilização de eletricidade sem interrupções. Os 250.000 profissionais africanos trabalhando em outros continentes aumentarão o tamanho da classe média.

Como você tem contribuído para sua comunidade?

EMEAGWALI: As telecomunicações mudaram o mundo e agora estamos vivendo numa aldeia ou comunidade global. Neste momento, você e eu estamos a usar tecnologia de telefonia e comunicação via satélite para manter uma conversa ao vivo.
Como convidado do Africa Journal posso compartilhar a minha experiência e a minhas visões pessoais consigo e com outros espectadores. Todo os dias, dezenas de pessoas procuram-me através da Internet e escrevem-me para pedir conselhos sobre suas carreiras e objetivos de vida. Além disso, meu site EMEAGWALL.COM é usado em 6.000 escolas e forneço orientação acadêmica a diversos estudantes de cursos primários e secundários.

Os africanos que deixam os seus países para estudar e trabalhar têm a obrigação de regressar e compartilhar os benefícios de sua educação?

EMEAGWALI: Na teoria, somos moralmente obrigados a regressar a Africa. Na prática, um profissional africano não renunciará a um salário de $50.000 por ano para aceitar um emprego de $500 por ano em África. Uma questão mais importante deve ser discutida: quais medidas podem ser tomadas para induzir que os africanos deixem o exterior e voltem aos seus países e o que pode ser feito para encorajar os profissionais na África a permanecerem em sua terra natal.

Como podemos diminuir ou mesmo interromper o brain drain?

EMEAGWALI: Você tem que recrutar os profissionais e retê-los. Nós podemos dar incentivos para recrutamento, como por exemplo, despesas de deslocação, empréstimos para moradia e para lançamento de negócios, salário suplementar para os primeiros anos. Porém, quando o suplemento salarial termina, muitos dos profissionais pegarão nas suas malas e regressarão à Europa e aos Estados Unidos.
Uma solução permanente seria pagar salários competitivos.

Que mudanças gostaria de ver nas políticas governamentais?

EMEAGWALI: Nós poderíamos eliminar as despesas com militares e aumentar gastos com educação, emancipação das mulheres e desenvolvimento das crianças.
Quarenta anos atrás, Fourah Bay College, Makerere University e University of Ibadan costumavam ser as melhores universidades do mundo em desenvolvimento. Hoje, estas universidades estão se despedaçando e tem uma escassez crônica de livros e equipamentos. Greves de alunos e professores criam períodos lectivos irregulares e não é raro que os estudantes demorem cinco ou seis anos para completar um curso de quatro anos.

O problema começou no início dos anos 80, quando muitas nações africanas passaram por programas de ajustes estruturais que implicaram a desvalorização de suas moedas e cortes nos gastos públicos. A desvalorização da moeda restringiu a quantidade de equipamentos e livros que poderiam ser comprados. Além disso, tornou difícil o estudo de ciências, engenharia e medicina no exterior. Um professor universitário que ganhava $1.000 por mês em 1980 hoje ganha $50 por mês e a maioria é forçada a emigrar.

Quando o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional forçaram a Nigéria a reduzir gastos públicos, Ibrahim Babangida cortou o orçamento da educação ao invés de reduzir o orçamento dos militares. Enquanto o salário dos professores deixou de ser pago durante vários meses, a Nigéria estava gastando centenas de milhões de dólares na importação de armas.

Não nos devemos esquecer do investimento na educação básica. A Nigéria precisa aprender com a experiência de Zâmbia. A taxa de analfabetismo entre a população adulta na Nigéria é de 49% enquanto entre a população de Zâmbia, a taxa é de 27%. Contudo, a Nigéria tem muito mais universidades que Zâmbia. A Nigéria deve aprender com Zâmbia e focar esforços em educação de boa qualidade para as massas. Com uma elevada taxa de analfabetismo e milhões de graduados em universidades, a Nigéria acabará com os pés na Idade da Pedra e a cabeça na Idade da Tecnologia de Informação.

Quem é o entrevsiatdo Philip Emeagwali:
“Distinção” podia ser o nome do meio de Philip Emeagwali. Tendo deixado o curso colegial e tendo sido um refugiado de guerra, este nigeriano a viver nos Estados Unidos é hoje a sensação do mundo da super-computação. Ele tem sido chamado de “Bill Gates da África”. Seus antigos colegas do Christ the King College, em Onitsha, lembram-se dele como “Cálculo”. Emeagwali detém inúmeros recordes: processamento mais rápido do mundo com 3.1 biliões de cálculos por segundo, recorde mundial por resolver as maiores equações diferenciais parciais com 8 milhões de grid points; recorde mundial por resolver as maiores equações de previsão de tempo com 128 milhões de grid points; recorde mundial por um inédito modelo de aceleração de computação paralela; descoberta do paradoxo contra-intuitivo do hipercubo; formulação da teoria de modelos de mosaicos para computação paralela; descoberta da quiralidade, dualidade, helicidade, etc. Suas demais façanhas se estenderiam por mais oito páginas. Emeagwali tem recebido os mais importantes prêmios no seu campo de conhecimento, mas diz que o mundo ainda não viu nada. Num período de sete meses, Reuben Abati do “The Guardian” entrevistou Emeagwali, abordando uma diversidade de temas.

Fonte:

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Contribuição dos povos africanos para o conhecimento científico e tecnológico universal

O estudo e o acompanhamento do processo histórico da população africana e afro-brasileira é muito mais que uma gratidão aos milhões de mulheres e homens que forneceram as bases culturais e técnicas para a emersão do que hoje chamamos nação brasileira.

Essa atitude se configura em uma ação inteligente de quem deseja para o país a promoção de um desenvolvimento social sustentável. Uma vez que, a essa temática estão associadas questões fundamentais como: o nível de respeito que os brasileiros e brasileiras têm de si mesmos, em face da história de seu país e da capacidade desse povo de promover as
mudanças necessárias para atingirem um maior equilíbrio social e econômico. Com efeito, um sistema educacional que realmente pretende fornecer as bases para esse desenvolvimento precisa possibilitar aos seus estudantes o conhecimento do seu próprio povo, sob pena de não gerar nesses estudantes auto-estima suficiente para fortalecê-los perante os desafios da vida, para a concretização dos empreendimentos para o desenvolvimento social.

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Novas Bases para o Ensino da História da África no Brasil

A obrigatoriedade1 do ensino da história da África na rede oficial de ensino no Brasil confronta o universo docente brasileiro com o desafio de disseminar, para o conjunto da sua população, num curto espaço de tempo, uma gama de conhecimentos multidisciplinares sobre o mundo africano.

Aprofundar e divulgar o conhecimento sobre os povos, culturas e civilizações do continente africano, antes, durante e depois da grande tragédia dos tráficos negreiros transaariano, do mar Vermelho, do oceano Índico (árabe-muçulmano) e do oceano Atlântico (europeu), e sobre a subseqüente colonização direta  desse continente pelo Ocidente a partir do século XIX2, são tarefas de grande envergadura.

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Racismos em Livros Didaticos Brasileiros e seus Combates

O artigo se propõe a efetuar uma revisão da produção brasileira sobre expressões de racismo em livros didáticos. Baseando-se em estados da arte já publicados e no original (como o de Baptista, 2002), o artigo analisa a produção brasileira sob dois ângulos: publicações que enunciam o racismo em  livros didáticos; e publicações que referem-se ao combate ao racismo em livros didáticos.

Num percurso histórico, os autores procuram indicar aspectos comuns ao conjunto de análises já produzidas sobre o tema, as lacunas que vêm permanecendo e a diversidade de enfoques teórico-metodológicos sobre os quais elas têm se apoiado. Concluem analisando as principais ações que vêm sendo desen-volvidas tanto pelo movimento negro como pelos órgãos oficiais para combater o racismo nos livros didáticos, tais como o programa Nacional do Livro Didático e a recente Lei no 10.639 de 9 de janeiro de 2003, que estabelece a obrigatoriedade do ensino da história e cultura afro-brasileira, no ensino fundamental.

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Africanidades – Núcleo de Pesquisa e Educação para as Relações Raciais

O GT Africanidades surgiu inicialmente como Núcleo de Pesquisa e Educação para as Relações Raciais, em fevereiro de 2011, criado por alguns membros do Grupo Kilombagem, com a participação de outros interessados na promoção de produções teóricas e difusão de conhecimentos referentes à educação das relações raciais visando contribuir para implementação da lei 10.639/03.  No final de 2011, o núcleo e o Kilombagem passaram a ser uma mesma organização com a divisão em três grupos de trabalho, a saber: Trabalho, Arte e Africanidades.

O GT Africanidades, ainda como núcleo de pesquisa do Kilombagem, realizou de maio a agosto de 2011 um curso de formação e capacitação de educadores sociais para a implementação da Lei 10.639/03, com aula inaugural no auditório da Câmara Municipal e mais 14 aulas na Escola Estadual Dr. Américo Brasiliense, ambos no centro de Santo André. Este curso contou com participação de estudantes, professores, militantes, trabalhadores de diferentes áreas e foi ministrado por integrantes do núcleo e alguns professores convidados, trazendo como principais discussões, História Geral da África e do negro no Brasil, a contribuição dos africanos para o desenvolvimento humano universal, racismo, colonialismo e neocolonialismo; as lutas negras no continente africano e na diáspora, cultura negra e resistência social.

O movimento negro tem contribuído para a reflexão sobre as desigualdades raciais no país. O sistema público de ensino por sua vez é apontado como espaço de reprodução destas desigualdades quando se abstém em mergulhar nesta temática, contribuindo para a invisibilidade da cultura negra, da sua contribuição para o processo civilizatório culminando na naturalização do racismo existente. Segundo a Síntese de Indicadores Sociais (IBGE, 2010), a disparidade entre negros e brancos nos comprova que o racismo produz consequências perversas no que tange à educação, o que se reflete também no mercado de trabalho, na renda e em outros indicadores sociais.

Neste ínterim, a lei federal 10.639/2003 tornou obrigatório, no Ensino Fundamental e Médio, o ensino de História e Cultura Afro-Brasileiras e Africanas, no entanto, o pequeno espaço destinado a este tema nos círculos acadêmicos inviabiliza sua implementação mesmo passados 9 anos de sua assinatura. Os poucos professores que se apresentam sensibilizados não contam com respaldo institucional para abordarem o tema. Outra dificuldade que o GT identifica é a falta ou o pouco interesse das instituições acadêmicas em capacitar os novos profissionais, e principalmente apoiar pesquisas que tenham como foco as relações raciais.

O resultado disto é que o sistema público de educação, salvo raras e heroicas iniciativas isoladas, ainda está imune às prerrogativas de uma lei criada com o intuito de promover uma educação não racista e inclusiva. O sistema público de ensino ainda segue reproduzindo os mais diversos preconceitos e confusões epistemológicas criadas no contexto da colonização.

Neste itinerário, assumimos a tarefa de potencializarmo-nos individualmente e enquanto grupo para o enfrentamento desta conjuntura, a partir de nossa inserção em espaços considerados estratégicos, como o acadêmico, articulando iniciativas políticas e de apoio ao combate do racismo.

Para este ano de 2012, temos como meta a socialização dos projetos de pesquisa individuais, um ciclo formativo, com os eixos temáticos: África e Africanidade, Racismo e Capitalismo, Cultura Negra e Resistência e Educação e Africanidades e será discutida uma estratégia de devolutiva do curso oferecido em 2011.

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Forum Municipal de Hip hop de São Bernardo do Campo

 

O Fórum municipal de hip hop, tem como intuito projetar o hip hop dentro da cidade de São Bernardo do Campo, possibilitar o diálogo entre artistas e pessoas que fazem parte ou não do movimento Hip-Hop, projetar ações que debatam e tenham como base a educação, cultura e o entretenimento aliado ao estimulo para pensamento critico sobre o meio que em vivemos.

O Fórum de Hip-Hop de SBC promove quatro atividades bases.

  • Reuniões – É nas reuniões em coletivo que saem todas as propostas para produzirmos, textos e atividades, por meio de debates, que geram reflexões posteriores sobre o que produzimos. É um espaço de encontro aberto a todas e todos, e tem o intuito de sempre agregar mais e mais pessoas.
  • Intervenção Hip Hop – Evento que acontece em caráter festivo, onde existe apresentação de grupos de rap, batalha de break, discotecagem de Dj´s, Pintura ao vivo com artistas que também fazem graffiti e sarau, tudo isso mediado por um Mc residente.
  • Aprendendo com o Hip Hop – Oficinas sócio-educacionais que acontecem aos finais de semana em escolas públicas da periferia. Todas as oficinas são ministradas por praticantes-estudiosos de algum dos 4 elementos do Hip Hop, (Break, Graffiti, Mc e Dj) trazendo assim, um conhecimento geral e específico da cultura e do elemento em questão.
  • Sarau do Fórum de Hip Hop – Promove o encontro de poetas e músicos, por ser um sarau que atrai maior público do Hip-hop é forte a presença da música que representa esse movimento, a poesia ritmada (rhythm and poetry).